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	<title>Arquivo de O MENSAGEIRO - USE Araraquara</title>
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	<title>Arquivo de O MENSAGEIRO - USE Araraquara</title>
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		<title>Trabalho e Repouso &#8211; Nilza V. Mello</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:10:25 +0000</pubDate>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Doutrina Espírita nos esclarece que toda  ocupação útil é um trabalho, embora muita gente pense que trabalho tem a ver somente com ocupações materiais.</p>
<p>O trabalho é uma lei natural que se impõe ao homem como uma necessidade, porque é um “meio de aperfeiçoar sua inteligência, sem o qual ele permaneceria sempre na infância”.</p>
<p>Os Espíritos Superiores nos orientam que o trabalho do homem tem um duplo fim: a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar, o que o eleva acima de si mesmo.</p>
<p>O trabalho, para o ser em processo de evolução, apresenta-se em três aspectos principais: material, espiritual e moral.</p>
<p>Através do trabalho material, dignifica-se o homem, no cumprimento dos deveres para consigo mesmo, para com a família, para com a sociedade de que participa; pelo trabalho espiritual, aperfeiçoa-se no conhecimento da alma imortal; no campo da atividade moral, adquirirá qualidades elevadas ou sublimará aquelas que já possui.</p>
<p>Entretanto, o homem que possui bens suficientes para a sua sobrevivência não está isento da lei do trabalho. Estará isento do trabalho material, mas não da obrigação de se tornar útil segundo suas possibilidades, de aperfeiçoar sua inteligência, uma vez que Kardec deixa bem claro que toda ocupação útil é um trabalho.</p>
<p>Em João, capítulo V: 17-23, há uma passagem que diz: “E Jesus lhes respondeu: meu Pai trabalha até agora e eu trabalho também.” E a questão 21, de “O Livro dos Espíritos”, nos esclarece que “Deus, modelo de amor e de caridade, jamais esteve inativo e que por mais distante que se consiga imaginar o início de Sua ação, não se poderia compreendê-Lo um segundo sequer na ociosidade.”</p>
<p>A criação do Universo partiu de Deus e Ele trabalha incessantemente. “Nos mundos mais aperfeiçoados, a natureza do trabalho é relativa à natureza das necessidades. Quanto menos as necessidades forem materiais, menos o trabalho é material. Disso se conclui que, mesmo o ser mais evoluído,  nunca fica inativo e inútil, porque a ociosidade seria um suplício para ele. Espíritos superiores trabalham sempre.</p>
<p>De acordo com a questão 682, de “O Livro dos Espíritos”, o repouso, depois do trabalho, é necessário, porque ele serve para reparar as forças do corpo, continuar o ritmo de produtividade, além de dar mais de liberdade à inteligência para se colocar acima da matéria. Sempre é bom lembrar que o limite do trabalho é o limite das forças. E, principalmente, na velhice, o homem não está obrigado a trabalhar a não ser que tenha forças ainda, mas dentro de certos limites; caso contrário, “o forte deve trabalhar pelo fraco; na falta da família, a sociedade deve tomar-lhe o lugar: é a Lei de Caridade.</p>
<p>Também não basta dizer ao homem que é seu dever trabalhar. É preciso que ele encontre em que se ocupar e isso, nem sempre ocorre. Quando se generaliza, a suspensão do trabalho assume as proporções de um flagelo, qual a miséria.”</p>
<p>A Doutrina Espírita nos apresenta uma solução para o problema da miséria social, expressa nas seguintes palavras: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Elas constituem por si só, o programa de toda uma ordem social que realizaria o mais absoluto progresso da Humanidade, se os princípios que elas exprimem pudessem receber integral aplicação.</p>
<p>O trabalho, entendido como lei da natureza “é das maiores bênçãos de Deus no campo das horas. É guia na descoberta de nossas possibilidades divinas, no processo evolutivo do aperfeiçoamento universal. Nele a alma edifica a própria casa, cria valores para a ascensão sublime.”</p>
<p>Mediante o trabalho remunerado, o homem modifica o meio e cria condições de conforto. Através do trabalho – abnegação, do qual não decorre troca nem remuneração, ele se modifica a si mesmo, crescendo no sentido moral e espiritual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Livro dos Espíritos” e “Obras Póstumas” de Allan Kardec</p>
<p>“Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita” – programa fundamental – tomo II &#8211; FEB</p></div>
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		<title>A Questão da Pureza Doutrinária &#8211; Rubens Araujo</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:09:20 +0000</pubDate>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p> importância da preservação da originalidade da Doutrina Espírita, ou seja, de preservá-la tal qual foi codificada por Allan Kardec, começou a ser evidenciada em meados do século passado, em decorrência da difusão do Espiritismo.  Em grande parte, a difusão do Espiritismo ocorreu graças ao seu caráter confortador, que nos demonstra a justiça divina, e as maravilhas que a mediunidade já vinha proporcionando.</p>
<p>Ante esse apelo, muitos procuraram, e ainda procuram as instituições espíritas. A grande maioria não busca de uma nova filosofia de vida, uma explicação lógica para os problemas do ser, do destino e da dor. Procura apenas um lenitivo imediato, que afaste dificuldades físicas e espirituais, e que não exija mudança de seus hábitos e convicções.</p>
<p>Essa massa de sofredores e de curiosos dos fenômenos acaba pressionando os Centros Espíritas para que lhe ofereçam aquilo que procuram: uma prática mediúnica cada vez mais deformada e mais cheia de rituais, trazidos de religiões orientais, do catolicismo e da umbanda.</p>
<p>Por vezes, os próprios dirigentes de instituições ditas espíritas acabam sendo coniventes. Temendo perder a frequência de novos assistentes, acabam cedendo, aqui e ali, e as deturpações do movimento espírita vão-se consolidando.</p>
<p>Mensagens melífluas, açucaradas, vazadas em linguagem pobre e repetitiva, colaboram para a desfiguração dos pilares do Espiritismo.</p>
<p>Não é aceitável que continuemos impassíveis vendo essa avalanche de deturpações, veementemente condenadas por Kardec! Os verdadeiros espíritas precisam defender os conceitos doutrinários e os objetivos do Espiritismo! Precisamos lutar sem descanso pela manutenção da pureza doutrinária!</p>
<p>Assim sendo, que é o Espiritismo, afinal? É a prática mediúnica por si mesma? É a simples crença nas intervenções de além-túmulo? É a Doutrina integral?</p>
<p>Se o Espiritismo fosse apenas sessão mediúnica, ou a crença no poder dos espíritos, bastaria ser médium ou tomar parte em qualquer tipo de sessão mediúnica, para que se qualificasse alguém de espírita.</p>
<p>Se o Espiritismo é todo o corpo doutrinário organizado por Allan Kardec, com os princípios que regulam os procedimentos nas relações com o mundo espiritual; se o Espiritismo tem conceitos que lhe definem o verdadeiro caráter; e se de sua elaboração doutrinária resultam consequências de ordem científica, filosófica, religiosa, moral e social, pois a Doutrina toca em diversos ramos do conhecimento, claro que não seria simplesmente a frequência a sessões mediúnicas a condição suficiente para que qualquer curioso, ou crente, se integrasse no Espiritismo.</p>
<p>O adepto do Espiritismo é quem conscientemente adere à Doutrina e, portanto, concorda com seus princípios e aceita os efeitos das teses espíritas em sua vida familiar, sentimental, social, política, comunitária e profissional.</p>
<p>Alguém que se torne frequentador de reuniões espíritas, movido por curiosidade, estudos ou à procura dos benefícios da assistência espiritual, mas sem atinar com os apelos da moral cristã, sem a mínima concordância com a Doutrina, ainda que seja assíduo, logicamente não pode ser considerado espírita!</p>
<p>Espiritismo não é sinônimo de mediunidade. O fenômeno mediúnico pode conduzir uma pessoa ao Espiritismo. Caso a conduza, então essa pessoa se dirá espírita. No dizer de Kardec, o Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, mas não é uma religião não constituída, porque não preconiza idolatria, não têm rituais nem hierarquia sacerdotal. Não é, apenas, a crença na existência e na comunicabilidade dos espíritos.</p>
<p>Outra diferenciação importante para fazer é entre as palavras ‘Espiritismo’ e ‘espiritualismo’. No primeiro parágrafo da Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, em O Livro dos Espíritos, Kardec diz:</p>
<p>Para as coisas novas necessitamos de palavras novas, pois, assim, o exige a clareza de linguagem, a fim de evitarmos a confusão inerente aos múltiplos sentidos dos próprios vocábulos. As palavras ‘espiritual’, ‘espiritualista’, ‘espiritualismo’ têm uma significação bem definida. (&#8230;) Com efeito, o ‘espiritualismo’ é o oposto do ‘materialismo’; quem quer que acredite haver em si mesmo alguma coisa além da matéria é ‘espiritualista’. Mas não se segue daí que creia na existência dos espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível.</p>
<p>Em lugar das palavras ‘espiritual’ e ‘espiritualismo’, empregaremos para designar esta última crença, as palavras ‘espírita’ e ‘espiritismo’, nas quais a forma lembra a origem e o sentido radical e que, por isso mesmo, têm a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, deixando para ‘espiritualismo’ sua significação própria.</p>
<p>Como se vê, católicos, protestantes, judeus, muçulmanos, brâmanes, teosofistas, rosa-cruzes são todos espiritualistas, pois aceitam a existência do espírito. Mas, para ser espírita, é preciso aceitar inúmeras outras coisas, como a reencarnação, a comunicabilidade dos espíritos, a lei de causa e efeito, etc. E não basta! O Espiritismo não reconhece por seus adeptos senão aqueles que praticam os seus ensinos e se esforçam por se melhorarem.</p>
<p>A função do Espiritismo não é combater as outras religiões e doutrinas. Assim, nenhum espírita deve fazê-lo. A missão do espírita é combater o materialismo que, no dizer de Kardec, é a grande chaga da humanidade.</p>
<p>Aqueles que chegam ao Centro Espírita vêm trazendo conceitos e ideias próprios, originados de sua crença religiosa anterior e de percepções nem sempre corretas do Espiritismo. E, infelizmente, tendem a carregar essas ideias equivocadas na vivência dentro das Casas Espíritas. Não compreendem o Espiritismo em sua pureza, em sua essência, e acabam querendo adequar sua visão pessoal às práticas espíritas.</p>
<p>Não podemos permitir o desvirtuamento do Espiritismo!</p>
<p>Para alguns, pode parecer desnecessário relembrar essa questão. No entanto, se pedirmos para alguns trabalhadores que opinem sobre ela, não conseguirão! E isso é preocupante.</p>
<p>Em nossas mãos estão depositados compromissos muito sérios, dos quais inevitavelmente prestaremos contas, um dia, já que o tempo é inexorável, e traz todas as coisas.</p></div>
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		<title>A Luta de Cada Um &#8211; Lea C. Micelli</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:06:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou o tempo de quebrar o hábito de ser você mesmo.    Tudo está exposto, para tudo se tem explicação.    Temos nossas opiniões e postamos!  Quando não concordamos com a postagem de alguns, somos de alguma forma criticados.     Vejo pessoas sofrerem por não aguentarem essas críticas, mas continuam postando.     Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou o tempo de quebrar o hábito de ser você mesmo.</p>
<p> </p>
<p> Tudo está exposto, para tudo se tem explicação. </p>
<p> </p>
<p>Temos nossas opiniões e postamos! </p>
<p>Quando não concordamos com a postagem de alguns, somos de alguma forma criticados.</p>
<p> </p>
<p>  Vejo pessoas sofrerem por não aguentarem essas críticas, mas continuam postando.</p>
<p> </p>
<p>  Esse é apenas um exemplo mais comum entre tantas coisas e opiniões.</p>
<p> </p>
<p>  Quebrar o hábito que temos de se mostrar e querer ter aplausos não fáceis.</p>
<p> </p>
<p>  Somos compelidos a nos mostrar, tanto na desgraça quanto na felicidade.</p>
<p> </p>
<p>  Quebrar o hábito do julgamento seja da vida alheia ou na opinião pública é quase um milagre.</p>
<p> </p>
<p>  Se olhássemos para nós mesmos e trocássemos o que estamos habituados a fazer, por uma prática do que ouvimos e lemos no Evangelho, quão seria melhor o nosso próprio mundo interior mudando consequentemente a nossa volta?</p>
<p> </p>
<p> É necessário o sofrimento, as catástrofes, para nos sensibilizarmos com a dor alheia, nos dando coragem para agir no bem.</p>
<p> </p>
<p> Porém há catástrofes silenciosas que nos passam despercebidas, e que só uma sensibilidade mais aguçada, de outro, percebemos.</p>
<p> </p>
<p> São sofrimentos individuais, únicos, de foro íntimo no dia a dia, pequenos arranhões que acabam por ferir.</p>
<p> </p>
<p> É aí que temos que ter a coragem de mudar, de pôr em prática tudo o que temos ao nosso alcance, que, pela vivência no Espiritismo, ainda não usamos as orientações deixadas pelos Espíritos superiores.</p>
<p> </p>
<p> Essa é a luta de cada um.</p>
<p> </p>
<p>Lea C. Micelli</p>
<p>Diretoria do Departamento de Assistência e Promoção Social da USE Intermunicipal de Araraquara</p>
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		<item>
		<title>O Diferencial da Doutrina Espírita &#8211; Arlett R.Celli Matheus</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[O MENSAGEIRO]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Ao longo das vidas sucessivas desenrola-se o processo educativo  conduzindo o Homem  à condição de auto educar-se. Progressiva e lentamente vai adquirindo a consciência do que aprendeu e do muito que lhe falta aprender. Ao atingir esse patamar busca  complementar conhecimentos, corrigir posturas, vencer inferioridades, auto avaliando-se  de forma sistemática.</p>
<p>Aos poucos, vai adquirindo a consciência de que é integrante de um conjunto, o conjunto humano, para o qual deve contribuir. Ciente disto, não espera ser convocado, está sempre pronto a envolver-se produtivamente nos ambientes em que se situa. Todos nós caminhamos, gradualmente, para esta condição.</p>
<p>A Doutrina Espírita, codificada por Kardec, há 167 anos, é facilitadora neste processo. Nos esclarecendo sobre o espírito imortal, revela que a vida vem de Deus e o viver é obra de cada um, com liberdade de ação e consequências correlatas a cada atitude. É um auto fazer-se, um auto educar-se! Ensina que dor e sofrimento não são imputados ao ser humano e sim condicionamentos que o próprio homem se impõe pelos comportamentos em desequilíbrio.</p>
<p>O Evangelho Segundo O Espiritismo relembra as palavras de Jesus, explorando-as nos seus escaninhos mais profundos, retirando delas uma regra de vida muito simples e de fácil entendimento: O BEM GERA O BEM E O MAL GERA O MAL.</p>
<p>Esta proposição deveria facilitar as escolhas e tornar evidentes os resultados que se sucederão. É simples assim!</p>
<p>Por que não se adota esse modo de agir na vida que todos querem seja feliz e venturosa? O que gera a escolha indevida?</p>
<p>A resposta é simples: a falta de interiorização dessa regra singular. A maioria a conhece, mas ao escolher o que lhe é prejudicial, demonstra que o conhecimento não gerou sabedoria.</p>
<p>Saber e sabedoria não são sinônimos, embora a sabedoria se assente no saber.</p>
<p>SABER é estar informado, ter conhecimento, estar instruído a respeito. SABEDORIA é a qualidade do sabedor; é a ciência, a prudência, a retidão, a razão que caracterizam o sábio.</p>
<p>Quando o conhecimento se transforma em sabedoria, a opção é pelo melhor caminho, a melhor atitude na materialização dos anseios de felicidade que se acalenta.</p>
<p>A sabedoria conduz à rejeição de ações que, embora com aparência gratificante, possam comprometer o bem  estar sonhado. Leva a não se envolver em comportamentos que comprometam o bem estar de outras pessoas.</p>
<p>Essa a razão do Mestre dizer: “CONHECERÁS  A  VERDADE  E ELA VOS LIBERTARÁ” .</p>
<p>Procurar entender o que Jesus quis dizer em suas parábolas e o que Kardec, iluminado pela plêiade de espíritos responsáveis pela Codificação, nos destinaram, é trabalhar a próprio favor, é auto conduzir-se por caminhos seguros em direção ao futuro que sempre estará colocado um passo a frente do dia de hoje.</p>
<p>Auto educar-se é querer ser cada vez melhor; é querer contribuir para melhorar o mundo ao seu redor; é sentir-se em paz com a própria consciência e, por conseguinte ter paz, alegria no coração, fé inabalável na justiça de Deus que abriga a todos, tanto os que já descobriram a melhor forma de viver, quanto  aqueles que estão a caminho dessa descoberta.</p>
<p>A Doutrina Espírita, o Cristianismo redivivo, não é salvadora e sim esclarecedora; não salva ninguém dos próprios atos mas esclarece sobre o melhor caminho a ser trilhado.</p>
<p>É claro que nem todos assimilam de pronto o roteiro que a Doutrina Espírita, com base no Evangelho de Jesus, nos coloca ao raciocínio. O estudo sistemático, o interesse em caminhar por vias seguras, a consciência de que estamos em construção, levará ao envolvimento com a reforma íntima que se fundamenta na autoeducação.</p>
<p>Beneficiar-se com os ensinamentos da Doutrina Espírita é a opção que pode ser tomada a qualquer momento; observa-se, no entanto, que mesmo ENTRE os que cresceram conhecendo os ensinamentos dos espíritos nem TODOS estão conscientes desse compromisso de mudança.</p>
<p>Ser um verdadeiro espírita é ser um verdadeiro cristão. “RECONHECE-SE O VERDADEIRO ESPÍRITA PELA SUA TRANSFORMAÇÃO MORAL E PELOS  ESFORÇOS  QUE FAZ PARA DOMAR AS SUAS MÁS INCLINAÇÕES”-KARDEC-E.S.E.cap.XVII-ITEM 4</p>
<p>Adeilson  Salles, em seu livro “Até que a Morte nos Reúna”, resume numa frase os benefícios que a Doutrina proporciona em nosso viver:</p>
<p><em>“A DOUTRINA ESPÍRITA É UMA FONTE BENDITA QUE SACIA A SEDE E ILUMINA A ALMA PARA OS PROBLEMAS DA EXISTÊNCIA”-</em></p>
<h2 class="art-postheader"><a class="PostHeader" href="https://www.useararaquara.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=264:o-diferencial-da-doutrina-espirita-arlett-r-celli-matheus&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Arlett R.Celli Matheus</a></h2></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://useararaquara.org.br/o-diferencial-da-doutrina-espirita-arlett-r-celli-matheus/">O Diferencial da Doutrina Espírita &#8211; Arlett R.Celli Matheus</a> apareceu primeiro em <a href="https://useararaquara.org.br">USE Araraquara</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aniversário da Sociedade Beneficente Escola do Mestre Jesus</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[O MENSAGEIRO]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>E foi assim!</p>
<p>Conheci a Sociedade Beneficente Escola do Mestre Jesus aos 18 anos de idade. Nosso querido Centro fora fundado entre amigos e familiares da Família Santana, João Zeferino Santana e Benedita Santana. Mas em cartório o dia oficial foi 12 de maio de 1964.</p>
<p>Tal qual André Luiz reportara em seus livros,  pela psicografia do médium Chico Xavier.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim eram as dependências desta casa,  humilde, na forma, no atendimento e nas pessoas.</p>
<p>Ali divisei o mundo espiritual, bem como um mundo de respeito, de amizade, trabalho e fidelidade  à doutrina que Kardec codificou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foram anos de luta para sedimentar novos trabalhadores que vivenciem o evangelho de Jesus e ainda o é.</p>
<p> Estudos, palestras, passes, tratamentos espirituais, Evangelização no Mestre Jesus como é chamado tem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tem creche das hortênsias com crianças lindas de se ver,  tem também chá beneficente patrocinado pelo Grupo Caritas há mais de 30 anos, tecem seus produtos com carinho e desvelo, ponto, parágrafo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A sociedade no mês de maio faz aniversário. Depois de várias reformas hoje está repaginada para atender a todos que a procuram, com trabalhadores capacitados para os múltiplos atendimentos que a casa oferece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somos uma pequena luz na Vila Xavier, na Avenida Plínio de Carvalho 357, e  que mesmo frente às dificuldades do dia a dia do movimento espírita, da pandemia, jamais deixou de brilhar, e nós nos reinventamos para socorrer os necessitados e nos amparar em tais momentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nosso evangelho online veio para ficar, são aproximadamente 3 anos de afeto, reencontros e esperança.</p>
<p>Estamos nos preparando para a reabertura após mais de um ano de reforma. Em breve todos serão convidados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E foi assim,  uma casa corredora, singela, como a casa da família Santana, que faz aniversário, e  esperamos que sempre permaneça por muitos anos.</p>
<p> Parabéns Sociedade Beneficente Escola do Mestre Jesus, a nossa escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estaremos sempre juntos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paulo C. Micelli</p></div>
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		<title>WALLACE LEAL VALENTIM RODRIGUES &#8211; Nilza V. Mello</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 18:54:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[O MENSAGEIRO]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Não vou falar dos predicados de Wallace, que eram muitos do ponto de vista cultural.</p>
<p>Como sabemos, Wallace era escritor, tradutor, compositor, trabalhou com teatro, cinema, coreógrafo, colaborou em tantas outras coisas.</p>
<p>Enfrentou dificuldades, logrou sucesso e ei-lo, hoje, sendo homenageado pelo centenário de seu nascimento. Wallace nasceu no dia 11 de dezembro de 1924, em Divisa, Espírito Santo.</p>
<p>Por que a homenagem?</p>
<p>Não só pela sua inteligência, não só pelas suas glórias, cultura, criações e arte. Também porque e, sobretudo, pela pessoa que era e é, claro, continua sendo no plano espiritual.</p>
<p>Wallace tinha uma conduta marcada por grande humildade no relacionamento com outras pessoas, dentro e fora do meio espírita. Espírita exemplar que era, fomentador do progresso intelectual e moral, nunca se preocupou em mostrar aos outros as suas virtudes. Incentivador da Mocidade Espírita, na Sociedade Beneficiente Obreiros do Bem, sempre participou de suas realizações, estimulando a Mocidade a continuar no caminho do bem e a continuar na divulgação da Doutrina à luz de Allan Kardec. Lembro-me de sua participação nas nossas reuniões, tornando-as bem interessantes com conhecimentos espíritas e exemplos espetaculares.</p>
<p>Naquela época, os componentes da Mocidade iam juntos, às vezes, assistir a filmes aos sábados e Wallace nos acompanhava, numa alegre excursão.</p>
<p>Nas “Tertúlias”, realizadas na S.B.O.B., com componentes da Mocidade e adultos, não para reuniões literárias, mas para realizações artísticas, geralmente, com Luiz Raymundo Parreira ao piano e lá estava o nosso querido Wallace nos apoiando e avaliando o evento, demonstrando um senso de cooperação, sempre  se apresentando de maneira simples entre as pessoas, sem nenhuma preocupação de ostentar-se.</p>
<p>Certa vez, eu vi um quadro de Madame de Staël, ensaísta e escritora francesa, com um sorriso bem largo. Numa reunião, Wallace falou um pouco da vida dele no passado, em outra encarnação. E, pelo que falou, batia com a história que eu conhecia da vida dela. Havia estudado em Literatura Francesa alguns episódios da vida da escritora. Nesse momento disse a ele: “Pelo que você conta, você foi Madame de Staël na outra encarnação, não é?” Ele sorriu largamente e era o mesmo sorriso que eu havia visto no quadro. Que saudade!</p>
<p>A quarta COMENESP (Confraternização de Mocidades Espíritas do Estado de São Paulo), foi realizada em Araraquara. A S.B.O.B. sediou o evento. Muita correria, muita preparação, muito trabalho para as Mocidades Espíritas (outras também participaram) e lá também estava Wallace a nos apoiar e prestigiar o movimento.</p>
<p>Aliás, a irmã dele, a Dona Ninira, ajudou muito na realização do evento. Era ela quem preparava as refeições para os jovens e expositores participantes. Wallace e Dona Ninira eram sempre comprometidos com o ideal Espírita.</p>
<p>Wallace era uma grande luz que convivia bem com seus irmãos de crença ou não. Simples, modesto, compreensivo, sempre se preocupou com o seu semelhante. Fundou o Clube “Lívia Cornélia”, um clube que fazia enxovais para crianças recém-nascidas, de mães em dificuldade.</p>
<p>Vindos de Uchoa, ele e seus pais moraram com Dona Ninira, esposa do senhor Rafael Medina. Wallace iniciou as atividades do clube na garagem da casa da irmã, onde também criou sua biblioteca, e numa das salas do prédio principal da S.B.O.B. E na S.B.O.B. era feitas reuniões de estudo com o grupo que pertencia ao clube, para as quais fui convidada a participar algumas vezes. Quem dirigia? Wallace Leal Valentim Rodrigues.</p>
<p>O clube “Lívia Cornélia” passou a funcionar na creche e continua até hoje. Esse clube, fundado por Wallace, continuou sendo dirigido por membros da família.</p>
<p>Com sua serenidade, Wallace percebia, sem fazer alardes, as dificuldades que os jovens espíritas tinham ao promover eventos que exigiam maior amadurecimento e cultura.</p>
<p>Foi criado, em Araquara, um núcleo do Movimento Universitário Espírita do Estado de São Paulo. E, como tal, seu objetivo era ampliar conhecimentos espíritas, incentivar os jovens e espíritas em geral ao estudo da Doutrina, trazida pelos Espíritos de Escol, através da codificação de Kardec.</p>
<p>Foi organizado na S.B.O.B. um seminário sobre o livro “Sexo e Destino”, de André Luiz, psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira. Tive a incumbência de dirigir esse evento. A sala lotou. Não era tarefa fácil fazer a análise de um livro como esse. Mas, com a ajuda do Wallace, pessoa polida, inteligente, de extraordinária cultura, o seminário foi um sucesso. Ele fez um estudo psicanalítico do livro, com muita profundidade, porém, compreensível para todos.</p>
<p>Não existem palavras para agradecer uma alma tão generosa como ele. Sabia das dificuldades dos jovens, conhecia suas fraquezas e nunca lhes recusou ajuda.</p>
<p>Esse era o Wallace. Tendo condições de “ostentar” pelo valor intelectual e moral que possuía, sempre foi aquele que cumpriu fielmente as palavras de Jesus:</p>
<p><em>“O maior entre vós seja como o menor; e quem governa, como quem serve” (Lucas).</em></p>
<p><em>“Quem quiser ser o maior entre vós, seja aquele que vos serve” (Mateus)</p>
<p></em></p>
<h2 class="art-postheader"><a class="PostHeader" href="https://www.useararaquara.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=266:wallace-leal-valentim-rodrigues&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Nilza V. Mello</a></h2>
<p><em> </em></p></div>
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		<title>O MENSAGEIRO 02 &#8211; 03/2024</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 18:51:28 +0000</pubDate>
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<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>O MENSAGEIRO &#8211; 01/2024</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 18:38:51 +0000</pubDate>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="imgInsert size-full wp-image-292" style="border-radius: 3px; -webkit-border-radius: 3px; -moz-border-radius: 3px; margin: auto; display: block;" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-01-2024-FINAL.png" data-title="" data-droppicspicture="114" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="large" data-click="lightbox" data-droppicslightbox="lightbox" width="180" height="161" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>O MENSAGEIRO &#8211; 12/2023</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 18:53:33 +0000</pubDate>
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<tr>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="imgInsert size-full wp-image-291" style="border-radius: 3px; -webkit-border-radius: 3px; -moz-border-radius: 3px; margin: auto; display: block;" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-12-2023-FINAL.png" data-title="" data-droppicspicture="87" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="large" data-click="lightbox" data-droppicslightbox="lightbox" width="180" height="161" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>TODAS EDIÇÕES ON LINE DO JORNAL   O MENSAGEIRO</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 15:15:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  Leia a edição de julho 2023   Leia a edição de agosto/23 Leia a edição de setembro/23 Leia a edição de Outubro/23     Leia a edição de novembro/23   Leia a edição de dezembro/23   Leia a edição de janeiro/24   Leia a edição de fevereiro/24  </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=159;o-mensageiro-julho-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de julho 2023</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="imgInsert size-full wp-image-21" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2020/12/CAPA-07-2023-160.png" width="175" height="166" data-title="" data-droppicspicture="14" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="original" data-click="lightbox" data-droppicslightbox="lightbox" /></p>
<p> </p>
</td>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=168;o-mensageiro-agosto-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de agosto/2</a>3</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-22" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2020/12/CAPA_08_2023_220.png" alt="" width="171" height="166" /></p>
</td>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=181;o-mensageiro-setembro-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de setembro/23</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-23" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2020/12/capa-setembro-para-o-site.png" alt="" width="177" height="171" /></p>
</td>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=196;o-mensageiro-10-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de Outubro/23</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-24" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2020/12/CAPA_10_2023_220.jpg" alt="" width="177" height="173" /> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=207;o-mensageiro-11-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de novembro/23</a></p>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=207;o-mensageiro-11-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103"><img loading="lazy" decoding="async" class="imgInsert alignleft size-full wp-image-290" style="border-radius: 3px; -webkit-border-radius: 3px; -moz-border-radius: 3px; float: left; margin: 4px;" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-112023-FINAL.png" data-title="" data-droppicspicture="76" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="thumbnail" data-click="lightbox" data-droppicslightbox="lightbox" width="180" height="173" /></a></p>
<p> </p>
</td>
<td>
<p><a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=217;o-mensageiro-12-2023&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de dezembro/23</a></p>
<p> <a href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=217;o-mensageiro-12-2023&amp;catid=9&amp;showall=1&amp;Itemid=103" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="imgInsert" style="border-radius: 3px; -webkit-border-radius: 3px; -moz-border-radius: 3px; margin: auto; display: block;" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-12-2023-FINAL.png" data-title="" data-droppicspicture="87" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="thumbnail" data-click="custom" /></a></p>
</td>
<td>
<p><a title="Leia a edição de janeiro/24" href="index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=232;o-mensageiro-01-2024&amp;catid=9&amp;Itemid=103">Leia a edição de janeiro/24</a></p>
<p> <img loading="lazy" decoding="async" class="imgInsert size-full wp-image-292" style="border-radius: 3px; -webkit-border-radius: 3px; -moz-border-radius: 3px; margin: auto; display: block;" title="" src="https://useararaquara.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-01-2024-FINAL.png" data-title="" data-droppicspicture="114" data-droppicscategory="23" data-droppicssource="thumbnail" data-click="lightbox" data-droppicslightbox="lightbox" width="180" height="161" /></p>
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